Apresentado em 2009, e aprovado no Senado em 2010, o objetivo é estimular o estudo dos jovens e a participação da família neste processo.
Relatora da matéria, a deputada Benedita da Silva (PT/RJ) apresentou parecer contrário ao projeto, por considerar “injusto e cruel” exigir um aproveitamento escolar diferenciado como condição ao aumento variável do benefício. Da mesma forma, seu colega de bancada, o deputado Waldenor Pereira (PT/BA), também foi contrário ao projeto, sob o argumento de que “o Bolsa Família não é privilégio que deve exigir uma contrapartida”. O debate em torno do projeto será retomado na comissão. É que o tucano Raimundo Gomes de Matos pediu vistas, ressaltando a fragilidade dos argumentos da relatora.
Da Coluna Vertical, no O POVO desta segunda-feira (18)
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