Diretrizes vão valer para os próximos 15 anos na capital, segundo CTMac.
Audiência debateu o transporte coletivo, acessibilidade e ciclovias.
(Foto: Jéssica Alves/G1)
"Essa discussão com a sociedade serve para definir as diretrizes que serão aplicadas futuramente para o trânsito e transporte em Macapá. Por isso estamos dialogando diretamente com a sociedade para a coleta de demandas e elaboração do plano, que será encaminhado como projeto de lei para a Câmara Municipal. A previsão é de que ele seja aprovado ainda em 2015", falou Baddini.
Segundo ela, a elaboração do plano de mobilidade urbana é uma obrigação legal de todas as cidades com mais de 20 mil habitantes. Segundo a lei federal 12.587/2012, a partir de 12 de abril de 2015 todos os municípios deveriam ter implementado esse projeto. A partir dessa data, quem não se adequasse ficaria impedido de receber novos recursos federais. Os projetos devem ser aprovados nas câmaras municipais até o fim do ano.
(Foto: Fabiana Figueiredo/G1)
"A tarifa alta de R$ 2,75 é um dos efeitos de como, infelizmente, funciona a omissão da gestão municipal para a legislação. Por isso o plano de mobilidade deve atender à população, mas não creio que isso resolverá os problemas em 100%, porque é preciso, sobretudo, fiscalização", sugeriu.
Outro problema apontado pelos participantes da audiência foi em relação a falta de espaços suficientes para a mobilidade de ciclistas em Macapá. O atleta Ricardo Barreto, de 40 anos, diz que utiliza a bicicleta como meio de transporte há cerca de 30 anos e sente dificuldades em trafegar na cidade.
são suficientes (Foto: Jéssica Alves/G1)
Entre os principais planejamentos que devem ser inclusos, estão a acessibilidade para pessoas com deficiência, implantação de novos ônibus, ampliação dos corredores de transporte público; implantação de novas tecnologias para o controle de tráfego e informação aos usuários.
"A elaboração com a participação popular e de técnicos da área é de suma importância para que nossa cidade possa crescer e se desenvolver pensando de maneira mais humanizada, organizada e garantindo o direito de ir e vir para todos", disse a presidente da CTMac.
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